Talvez a emoção contida num primeiro beijo possa explicar de forma clara e eterna, o quão verdadeiro tem tal ato...
Sabe aquele sentimento que nos corrói por dentro quando aos 12, 13 e 14 anos, encontramos aquele garoto que faz o nosso coração bater mais rápido, no corredor da escola... e quando ele nos dá aquele oi que nos valerá para o mês inteiro...
Lembrar dos tempos de escola, é algo que a faz sentir saudade, quase que um "vamos fazer um filme", na voz do Renato Russo...
E essa era a música que embalava o seu coração por aqueles corredores, os eternos pedidos para ir beber água, ir ao banheiro, ou até mesmo fazer a tarefa fora da sala, tudo para ver os garotos "mais velhos"...
Não ele não era um Deus Grego, não era forte, nem estava entre os mais cotados da escola... não era nem simpático, mas era o seu "primeiro amor"... E já se sabe como são as mocinhas nesta idade... aos treze todas já tinham dado o seu primeiro e esperado beijo... e ela ainda não...
Aos 14 anos numa festa gelo, sem cuba libre e na vitrola whisky à go-go... até aposta rolou... e ela mal conseguia se conter de que era o pivô de toda a situação....
Ela fazendo panca de "Não me toque! Já sei de toda aposta!", mas no fundo, no fundo era mais para: "Play, Sam! As time goes by..."!
Quando deu por si ele estava a sua frente pedindo para conversar... deu uma olhada ao lado, ao fundo da cena que ali se instalara... viu seus amigos fazendo micagens e caretas por trás dele...
E lá foi ela de mãos dadas ao seu "primeiro amor", que para ela era sim, quase um artista de cinema...
Ah! Sim! Sem esquecer as dicas e observações das amigas: o olho no olho, o pedido de desculpa se por acaso de bater os dentes... e assim foram os momentos inesquecíveis do seu primeiro beijo... o garoto de sapo virou príncipe...
Lembrar dos tempos de escola, é algo que a faz sentir saudade, quase que um "vamos fazer um filme", na voz do Renato Russo...
E essa era a música que embalava o seu coração por aqueles corredores, os eternos pedidos para ir beber água, ir ao banheiro, ou até mesmo fazer a tarefa fora da sala, tudo para ver os garotos "mais velhos"...
Não ele não era um Deus Grego, não era forte, nem estava entre os mais cotados da escola... não era nem simpático, mas era o seu "primeiro amor"... E já se sabe como são as mocinhas nesta idade... aos treze todas já tinham dado o seu primeiro e esperado beijo... e ela ainda não...
Aos 14 anos numa festa gelo, sem cuba libre e na vitrola whisky à go-go... até aposta rolou... e ela mal conseguia se conter de que era o pivô de toda a situação....
Ela fazendo panca de "Não me toque! Já sei de toda aposta!", mas no fundo, no fundo era mais para: "Play, Sam! As time goes by..."!
Quando deu por si ele estava a sua frente pedindo para conversar... deu uma olhada ao lado, ao fundo da cena que ali se instalara... viu seus amigos fazendo micagens e caretas por trás dele...
E lá foi ela de mãos dadas ao seu "primeiro amor", que para ela era sim, quase um artista de cinema...
Ah! Sim! Sem esquecer as dicas e observações das amigas: o olho no olho, o pedido de desculpa se por acaso de bater os dentes... e assim foram os momentos inesquecíveis do seu primeiro beijo... o garoto de sapo virou príncipe...
Mas o que quer se discutir aqui são emoções verdadeiras ou não que aconteceram após as emoções do 1º beijo de cada mulher...
Depois de buscar respostas de perguntas já preclusas... se questionou quando é que um "eu te amo" lhe foi verdadeiro...
Para ela, hoje nenhum dos ditos e não ditos parecem reais... Mesmo aquele escrito no papel de bala... Ou aquele dito ao telefone antes do crédito acabar... ou aquele duas semanas após o pedido de namoro... Fora preciso ouvir repetidamente "maior abandonado" para acreditar... as mentiras sinceras naquela época muito lhe interessavam..
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Hoje, tais mentiras sinceras não mais lhe interessam... pois foram tantas... que não tem como mais nada ter valido a pena, nem mesmo o reaparecimento repentino e cheio de pedido de desculpas, motivo qual a levou a pensar em tudo isso...
Talvez, ela não queira que transpareça um sentimento de amargura, embora não há como negá-lo... Talvez, ela tenha permitido além do que poderia permitir e assim esperou um respeito que não existia..
Talvez, ela não queira que transpareça um sentimento de amargura, embora não há como negá-lo... Talvez, ela tenha permitido além do que poderia permitir e assim esperou um respeito que não existia..
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Fez das mentiras um escudo... e das "pequenas poções de ilusão" motivos para mostrar aos outros o quanto era "amada"...
Pensou que talvez é preciso uma escola ou um curso intensivo em Vinicius de Moraes para saber como se vive um grande amor, que "é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro"...
Não é preciso cantadas baratas, ou mentiras sinceras... e ainda assim, esse pensamento pequeno de uma boa noitada, pois do contrário os únicos resultados que serão conquistados... são os de corações machucados, com a única intenção de machucar...
E sua única preocupação é de que quando forem verdadeiras aquelas palavrinhas mágicas, ela não consiga reconhecer o sentimento puro, tal qual aquele que sentiu quando do seu primeiro beijo... e ter "a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida".
Fez das mentiras um escudo... e das "pequenas poções de ilusão" motivos para mostrar aos outros o quanto era "amada"...
Pensou que talvez é preciso uma escola ou um curso intensivo em Vinicius de Moraes para saber como se vive um grande amor, que "é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro"...
Não é preciso cantadas baratas, ou mentiras sinceras... e ainda assim, esse pensamento pequeno de uma boa noitada, pois do contrário os únicos resultados que serão conquistados... são os de corações machucados, com a única intenção de machucar...
E sua única preocupação é de que quando forem verdadeiras aquelas palavrinhas mágicas, ela não consiga reconhecer o sentimento puro, tal qual aquele que sentiu quando do seu primeiro beijo... e ter "a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida".
Hoje, enquanto mulher, ela revive os momentos que lhe foram verdadeiros, em busca do verdadeiro sentimento que todos dizem se chamar “amor” lembra- se dos poemas tirados dos livros, que já estão amarelados pelo tempo dentro do diário, q eu não é mais aberto por medo de recordar as lembranças tão maravilhosas, verdadeiras e simples, que hoje fazem falta.
Ela lê o poema em voz alta como que, se pudesse voltar no tempo e reviver ou simplesmente viver de uma forma diferente os momentos tão bons que um dia aconteceram e imagina “será que eu realmente sei o que é o amor?
Ou ainda, será que eu sou capaz de viver um grande amor?”